quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Poema 219

Quando te conheci foi pura energia
E cada vez que te vejo meu ar me falta
O vento na cara a mão na minha tara
O riso que é fácil de puro embaraço não compactado
Falando em outras línguas entre as minhas pernas
A emoção nos e palpável
Toma meu gosto em teu rosto e corpo
Me engole e me cospe e me tira da morte

Poema 219

Quando te conheci foi pura energia
E cada vez que te vejo meu ar me falta
O vento na cara a mão na minha tara
O riso que é fácil de puro embaraço não compactado
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Falando em outras línguas entre as minhas pernas
A emoção nos e palpável
Toma meu gosto em teu rosto e corpo
Me engole e me cospe e me tira da morte

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Poema 218

36 meses e inúmeros relatos de um amor 
Que ao me fazer inteira de novo 
Me fazia esquecer que ele mesmo me havia quebrado 
Em um milhão de pedaços estilhaçados 
Espalhados e perdidos em ligações mal conectadas 
Em frases mal interpretadas 
Em dias de ressaca 
Mais que mil dias de um aperto no peito 
Uma dor que coexiste com o afeto 
Algo que eu luto além da minha própria cabeça 
Porque eu sinto que não é o que eu mereça 
Mas todo esse tempo falhei em colocar a razão acima do sentimento 
Todos os dias em algum momento você existe ainda e dói e dói e dói a ferida 

Poema 217

You can meet me halfway through our expectations 
We have many options to get inside each other 
I don’t usually let fear stop me from temptation 
Yet I see you resisting and it got me bothered 
I’m not in a position to tell you what to do 
I’m truthfully concerned about yourself
You can find and meet me whenever you feel like to 
Still I see you wasting love and I can’t just not help